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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Temporada 2011


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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sobre Stand Up Paddle - História




Raízes – A utilização de embarcações individuais, para a pesca, o transporte e como forma de atividade recreativa, ocorreram em civilizações muito antigas. No Peru entre 200 a.c. e 700 d.c. os moches, utilizavam seus Cabalitos de Totora ( embarcação feita de junco) , para a atividade de pesca no mar, e pegavam ondas para voltar a praia. No século IV os polinésios, também tinham o costume de surfar e levaram este costume para o Hawaí aonde a arte de surfar foi aperfeiçoada. Em 1000 d.c. O surfe já era um pilar na cultura polinésia, e era praticado por todos, dos camponeses aos reis. Por volta de 1700, o surf já estava enraizado também na cultura hawaiana, os plebeus surfavam deitados e os chefes em pé com pranchas de 12 a 24 pés, os chefes eram reconhecidos por sua capacidade de surfar e demonstravam sua coragem e habilidade em ondas grandes.


As raízes do Stand Up Paddle são também, as origens do surf.



OBS: A tradução havaiana é Ku Hoe He'e Nalu, de pé, remar, surfar uma onda.


História – O Stand Up Paddle moderno, foi popularizado no Hawaí entre as décacas de 20 e 50, quando os chamados Beach Boys, instrutores de surf, na praia de Waikiki utilizavam grandes pranchas com remo, para acompanhar e fotografar os aspirantes a surfistas da época. No Brasil, na década de 30, também há relatos sobre a prática de SUP na cidade de Santos. Nos anos 90, no Hawaí, o Stand Up Paddle ganhou maior conotação como Esporte nas mãos de Laird Hamilton e dos watermans que com pranchas modernas e acessórios sofisticados, começaram a utilizar o SUP como treinamento, fazendo travessias e pegando ondas . Agora nos anos 2000 Stand Up Paddle é uma febre mundial, tanto como atividade de lazer ou como esporte profissional.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Equipamentos de Snowboard

Postagem sobre os principais equipamentos de snowboard.


PRANCHA
Variam de tamanho , shape, sidecut (corte lateral), camber ("cambagem"), edge e inverts:
  • freestyle - os pés ficam paralelos e o shape mais largo.
  • freeriding - descida das montanhas com mais velocidade.
  • carving - lâmina do edge é mais grossa e a rabeta é reta.

BINDINGS
Equipamento para fixar as botas.
  • com ou sem base (plate)
  • tradicional ou step-in

BOTAS
  • soft (bota mole)
  • hard (bota dura)

 ROUPAS
  • Inner layer (camiseta de mangas compridas e ceroulas) - roupas que absorvem o suor e mantém o calor.
  • Middle layers (blusas, coletes e suéters).
  • Outer layer (calças e casacos) - roupas impermeáveis.

OUTRAS PEÇAS DE ROUPAS
  • luvas e meias
  • touca e gorro
  • aquecedor de pescoço

PROTEÇÃO
  • capacete
  • goggles ou óculos de sol
  • pads para os antebraços e pernas
  • coletes e bermudas especiais
  • bloqueador solar

ESPECIAIS PARA BACKCONTRY
  • mochila
  • pé desmontável
  • bastões de ski e sondas
  • rádio de comunicação
  • ortovose (equipamento para identificar os snowboarders)
  • kit de primeiros socorros
DIVERSOS
  • leash
  • stomp pad (tipo de placa anti derrapante)
  • parafina
  • kit para afiar edges.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A importância de perder peso

por Martha Medeiros

Vou ao supermercado e constato o crescimento do setor de dietéticos. Abro revistas e me deparo com as exigências de se ter um corpo esbelto. As clínicas de cirurgia plástica estão com a agenda lotada de homens e mulheres esperando sua vez para lipoaspirar, cortar, reduzir. A sociedade toda conspira a favor da magreza, e de certo modo isso é positivo, ser magro faz bem para a auto-estima e para a saúde. Mas não tenho visto ninguém estimular outro tipo de dieta igualmente necessária para o bem-estar da população. Encontro suco light, chocolate light, iogurte light, mas pessoas light são raridade.


Muita gente se preocupa em ser magro, mas não se preocupa em ser leve. Tem criatura aí pesando 48 quilos e que é um chumbo. São aqueles que vivem se queixando. Possuem complexo de perseguição, acham que o planeta inteiro está contra eles. Não se dão conta da sua arrogância, possuem certeza de que são a razão da existência do universo. Estão sempre dispostos a fazer uma piadinha maldosa, uma fofoquinha desabonadora sobre alguém.

Ressentidos, puxam o tapete dos outros para se manter em pé. Não conseguem ver graça em nada, não relevam as chatices comuns do dia-a-dia, levam tudo demasiadamente a sério. São patrulhadores, censores, carregam as dores do mundo nas costas. Magrinhos, é verdade. Mas que gente pesada.

Ser minimalista todo mundo acha moderno, mas ser leve — cruzes! — parece pecado mortal. Os leves, segundo os pesados, não têm substância, não têm profundidade, não têm consistência intelectual: não são leves e, sim, levianos. Os pesados não conseguem fechar o zíper das suas roupas de tanto preconceito saltando pra fora.

Não bastasse a carga tributária, a violência, a burocracia e a corrupção, ainda temos que enfrentar pessoas rudes, sem a menor vocação para se divertir. Diversão — segundo os pesados, mais uma vez — é algo alienante e sem serventia. Eles não entendem como alguém pode extrair prazer de coisas sérias como o trabalho e a família. Não entendem como é que tem gente que consegue viver sem armar barracos e criar problemas.

Eu proponho uma campanha de saúde pública: vamos ser mais bem-humorados, mais desarmados. Podemos ser cidadãos sérios e respeitáveis e, ao mesmo tempo, leves. Basta agir com mais delicadeza, soltura, autenticidade, sem obediência cega às convenções, aos padrões, aos patrões. Um pouco mais de

jogo de cintura, de criatividade, de respeito às escolhas alheias. Vamos deixar para sofrer pelo que é realmente trágico e não por aquilo que é apenas um incômodo, senão fica impraticável atravessar os dias.

Dores de amor, falta de grana e angústias existenciais são contingências da vida, mas você não precisa soterrar os outros com seus lamentos e más vibrações. Sustente seu próprio fardo e esforce-se para aliviá-lo. Emagreça onde tem que emagrecer: no espírito, no humor. E coma de tudo, se isso ajudar.

sábado, 16 de outubro de 2010

CORE - Centro de força do corpo

Com a popularização do Pilates e Treinamento Funcional, surgiu a grande utilização desta palavra o CORE. Com certeza, quem faz academia ou treinamento de alguma atividade física, já ouviu falar neste nome que quer dizer o Centro de Força do nosso corpo. Alguns músculos desempenham função crucial para manter o centro de nosso corpo, ou CORE, estável e flexível ao mesmo tempo.

Sem este equilíbrio funcional um bom alinhamento e eficiência corporal não são possíveis. Estes músculos encontram-se nas regiões mais profundas do tronco e da pelve, o abdomen e os músculos lombares que juntos com o diafragma e assoalho pélvico formam um cilindro de força. A maioria dos exercícios de Pilates, por exemplo, tem seu foco no POWERHOUSE (denominação de CORE por Joseph Pilates). O domínio deste centro tem como efeito uma cintura mais delgada, um abdômen mais definido e uma melhora considerável da fisiologia visceral (órgãos internos). Além de uma postura mais correta e forte.

A força é obviamente um importante aspecto da postura. Outros elementos como padrões de ativação muscular habitual, genética e flexibilidade também cumprem este papel. Sem este sistema de suporte interno, um excessivo estresse atinge a coluna, quadris, joelhos e tornozelos. Quando forte, torna os movimentos mais potentes e permite conectar as partes inferiores e superiores do corpo transmitindo força de uma extremidade a outra.

Este conceito é o combustível para o princípio da CENTRALIZAÇÃO permitindo maior CONTROLE, FLUIDEZ E PRECISÃO nos exercícios. Uma CASA DE FORÇA produzindo energia através do corpo e da mente.

Treinamento do CORE facilitando a corrida.

Os abdominais e os dorsais são os principais “órfãos” da corrida e também os músculos que mais podem ajudá-lo a melhorar a performance, principalmente nas corridas de longa distância.

Ter um CORE mais forte significa ter mais equilíbrio e mais controle sobre o próprio corpo, o que é especialmente importante quando corremos em terrenos irregulares. Além disso, é o CORE que protege a coluna vertebral, absorvendo o impacto da corrida e mantendo a postura correta mesmo quando o cansaço chega.

“O core permite que o corpo produza força, reduza força e se estabilize em reação a estímulos externos. Quando todos os músculos absorvem e transmitem a força de forma ideal, produzem um movimento mais eficiente”, explica Luciano D’Elia, 31 anos, preparador físico especializado em treinamento desportivo e fisiologia e treinador de corredores e lutadores de jiu-jítsu. Isso ajuda o esportista a gerar mais energia também nos músculos que estão “ancorados” nesse tronco. Ao fazer menos contrações para obter a mesma força, o risco de lesões diminui.

Em contrapartida, um CORE enfraquecido faz com que você perca energia e aumenta o risco de lesões. “Se os membros superiores e inferiores forem fortes e o CORE for fraco, a mecânica da corrida será prejudicada e o corredor ficará mais vulnerável”, adverte D’Elia. O fortalecimento do core também é um santo remédio para vícios posturais ou mecânicos, como a movimentação excessiva da cabeça e do quadril, a lordose acentuada e a postura encurvada.

Corredores que negligenciam os exercícios abdominais e dorsais estão mais suscetíveis às dores nas costas, principalmente na região lombar. Por outro lado, corredores que trabalham bem essa parte do corpo tendem a economizar energia e a melhorar a técnica. Isso porque o CORE distribui a energia gerada nos grupos musculares maiores (no caso da corrida, os quadris) para os grupos musculares menores (pernas e braços). Quando o CORE trabalha bem, pouquíssima energia é perdida em movimentos indesejáveis da coluna e do quadril.

Rodrigo Guedes, 31, advogado, já foi jogador de pólo e triatleta e atualmente compete em corridas de aventura com sua equipe, a Iancatu. “Corro há muitos anos e a lombar sempre foi o sofrimento de minha vida. Sentia muita dor, principalmente nas subidas”, conta. “Há seis meses comecei a fazer o fortalecimento do core. Minha corrida está mais forte e enérgica e, o melhor, posso correr mais porque não sinto dor”, comemora.

Como trabalhar o CORE

Um ponto fundamental no treinamento do CORE para corredores é que ele seja realizado num ambiente semelhante ao encontrado na corrida. Assim, treina-se também o sistema nervoso, que durante a corrida solicita uma série de ações diferentes, como o contato com o solo, a transferência de energia do calcanhar para o quadril, o empurrar e puxar dos membros inferiores. Ao executar os exercícios, se possível, troque o chão firme por uma base de apoio instável – pode ser uma bola de exercícios, no caso dos movimentos sentados, ou uma espuma grossa, nos movimentos em pé. Dessa maneira, você treinará o cérebro e os músculos a responderem rapidamente aos desequilíbrios.

O treinamento do CORE deve enfatizar todos os tipos de contrações musculares, alterando regularmente os acessórios, a posição do corpo, a velocidade do movimento, o volume e a intensidade do treino. Variando os estímulos, seu CORE ficará forte por completo.

Aqui estou enfatizando a corrida, mas o treinamento do CORE é utilizado para todos os esportes e também para os movimentos do dia a dia. Mais adiante farei um post específico de exercícios para fortalecimento do CORE, que podem ser realizados em casa e sem nenhum material, porém o mais seguro e eficiente é a participação de um profissional da área para trabalhar diretamente em suas necessidades.

Devemos manter o Core ativado sempre?
Se estivermos deitados, com nossas pernas apoiadas no solo, sem nenhuma sobrecarga querendo tirar nossa coluna do lugar, para que vamos contrair o abdômen?

Uma pessoa mais forte faz menos esforço para carregar sacolas do que uma completamente sedentária.
Uma pessoa que trabalha seu centro de maneira eficiente e regular terá, naturalmente, sua coluna mais protegida, sua postura mais organizada, fazendo um menor esforço para isso.
A ativação do nosso centro de força é proporcional à alavanca feita por nossos membros, ou pelo posicionamento do nosso tronco, em relação à nossa coluna. Se você estiver executando algum movimento, força, ou mesmo se mantendo em uma postura, como o simples ato de sentar ou ficar de pé, sim o CORE deve permanecer ativo durante toda a execução.
Tudo pulsa no nosso corpo e no universo: o coração, os pulmões, as ondas do mar. Nada fica todo tempo contraído, senão fadiga!

É preciso alternar contração e relaxamento, momentos de ação e de passividade, momentos de trabalho e de lazer.
O ideal é procurar manter o equilíbrio sempre.


Fonte: http://corpoemfoco.com.br/